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08 MAR 8 de março: um dia para lembrar das lutas das mulheres

8 de março: um dia para lembrar das lutas das mulheres


Várias são as histórias ligadas ao surgimento do Dia Internacional da Mulher. Oficialmente, foi em 1975 que a Organização das Nações Unidas (ONU) registrou o 8 de março como a data para homenagear as mulheres, lembrando as suas lutas sociais, políticas e econômicas. “Ainda que não se tenha concordância histórica sobre a origem da data, comemorar o Dia Internacional da Mulher continua sendo tão importante quanto no momento em que ele foi criado”, enfatiza a professora de geografia do Colégio Sigma, Maria Angélica Vicente.

Há décadas, um mito que circula sobre a data é que em 8 de março de 1857, uma greve em uma fábrica nos Estados Unidos, que exigia melhores condições de trabalho para as mulheres e também igualdade de direitos, acabou reprimida com violência. O ocorrido foi lembrado em 8 de março de 1908, em uma manifestação que exigia a liberação do voto feminino e fim do trabalho infantil. Dois anos depois, durante uma conferência na Dinamarca, foi lançada a ideia de transformar o 8 de março em Dia Internacional da Mulher.

“Séculos de história não foram suficientes para dirimir o abismo de desigualdade que existe entre homens mulheres, fato que se vê cotidianamente em vergonhosos salários desiguais, privilégios dos homens às melhores funções no mercado de trabalho, piadinhas e comentários abusivos no trânsito, cantadas grosseiras, sexualização da mulher em qualquer ambiente, questionamento de sua capacidade intelectual e profissional e por aí vai a enorme lista de exemplos do sexismo que ronda a vida das mulheres”, afirma Angélica.

Dois anos atrás, em janeiro de 2017, os Estados Unidos voltou a ser palco da luta pela igualdade com a primeira Marcha das Mulheres (Women´s March) e que vem se repetindo a cada primeiro mês do ano. Para celebrar o Dia Internacional da Mulher em 2019, a professora Angélica lembra uma frase icônica da filósofa francesa Simone de Beauvoir: “Não se trata para a mulher de se afirmar como mulher, mas de tornarem-se seres humanos na sua integridade”.